Esmeraldinos destacam armas para superar pequeno campo de Goianésia
Foto: Reprodução - TV Anhanguera
Gramado do Valdeir José de Oliveira é 11% menor do que o do Serra Dourada: 'Tem que tocar a bola rápido, ter posse de bola', diz lateral Vítor
Todos os times que enfrentam o Goianésia se preocupam com vários fatores, como os gols do artilheiro Nonato, a experiência de Romerito, a bola aérea da equipe, ou como furar o bloqueio dos três zagueiros.
Quando a partida é no estádio Valdeir José de Oliveira, a lista de preocupações aumenta, especialmente para o Goiás. Acostumado ao gramado do Serra Dourada, com dimensões grandiosas (110m x 75m), os esmeraldinos entrarão em campo neste domingo em um campo 11% menor.
O gramado do estádio em Goianésia tem 105m x 70m, o que gerou uma atenção maior de Enderson Moreira nos treinamentos preparatórios para o confronto.
Atividades em campo reduzido, trabalho intenso com bola parada, e muito toque de bola são algumas armas para que tal fator não seja decisivo a favor dos donos da casa. De volta ao time após se recuperar de estiramento muscular, o lateral-direito Vítor se mostrou atento a todos os detalhes sobre o assunto.
- Vai ser jogo mais de contato. Poucas vezes a gente vai pegar jogador livre pelas dimensões do campo. Tem que tocar a bola rápido, ter posse de bola, com rapidez, porque senão o adversário chega, porque o campo é menor. Não pode conduzir muito a bola, não tentar drible, tentar mais passe, porque sempre vai ter alguém em cima – alertou.
Representante do setor de marcação da equipe, Amaral analisa o fator ‘campo pequeno’ pela perspectiva defensiva. O capitão alviverde enaltece que, com as dimensões menores, qualquer bola alçada pelos adversários podem se transformar em jogadas de perigo.
- Esse é aquele jogo que tem que ter atenção a todo o momento, porque é muito pequeno o campo, um chute e a bola já está lá no ataque. Tem que ter atenção com todos, não só com o Romerito, mas com todos na disputa dessas bolas, com o Nonato também. Qualquer bola rebatida na defesa deles, a bola já chega ao ataque – comentou.
Atenção na bola aérea
A atenção nas bolas aéreas é ressaltada em dois setores da equipe. Contra o Goianésia, o Goiás se preparou tanto para evitar possíveis jogadas de perigo do adversário pelo alto, quanto para transformar tal alternativa em um bom recurso ofensivo para a equipe. O volante Dudu Cearense acredita que a bola parada pode ser decisiva na partida.
- Sem dúvida, durante a semana o treinamento foi muito focado nesse sentido, bola alçada, treinando muito bola parada, que vai ser uma questão importantíssima, teremos que ter esse cuidado. É um quesito importante, nossa equipe é boa nesse ponto, temos jogadores de boa estatura, e temos que aproveitar isso a qualquer momento do time – avaliou.
O Goiás deve ter três mudanças para encarar o Goianésia no próximo sábado. Vítor, Eron e Renan Oliveira entrarão nas vagas de Yuri, Pedro Henrique e Felipe Amorim devem deixar o time. O zagueiro Valmir Lucas sofreu uma pancada durante o treino desta quinta-feira e é dúvida. Caso tenha condições de jogo, Rodrigo deixará a equipe. O confronto de líderes do Goianão será neste domingo, às 17h, no estádio Valdeir José de Oliveira, em Goianésia.
Fonte: Globoesporte - Goiânia




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